[Pílula de iodato]
Diga ao acordar sobre a dobra da memória : entre se fazer carne, dança de wikihow e espírito da flor
Da cor dada ao dia.
Daquilo fora do nexo e mais feliz possível
Diga às rasuras do tempo e ao paralisante mudo centro
A dispersar imagens, sobre o espelho viscoso das sílabas órficas de um mar
Vadio
Diga por ombros :
-linguística a ser interessante
Dor em Lobos-Villa
Mito de música
Engendrado na insônia de atacantes desapontados distantes
Saiba do vento da voz
Ou da própria necessidade
Assim, ensaie um risco e deseje
Que a corda seja cores
Junto à dobra
A mulher do fim do mundo
quinta-feira, 25 de maio de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
<<<Licença em coletivo e os todos biscoitos 'manteigados>>>
Enlameada de possibilidades
Tingida de Dark Room
Apalpando insetos
E cisternas
Numa outra
Sala-dinha
Pressupostos teóricos afagam
A minalba, porém esquecem da nuvem...
Berro no ouvido:
-Quantos gêneros tem a sua sorte? & qual lacraia tem nosso buraco?
Eco da dor
Do virar de paus e vale(n)tes.
Duvidei de mim__nas cartas
Me despi de ti
Nesse despedir,
Mais me repeli
Pouco do que ouvi foi
Anel de ar. ..
Címbalos de olvido e slides
Houveram
Afastam
Zonas de contato
Até que a "Caverna do dragão"traz de volta o
unicórnio do Tempo.
Hall de misérias
Macaquear apitos
Ingerindo ratos
E tocando unhas com sopas.
Revirando sentidos das
Frases.
Ceifando
A Minerva e o verme ou ver-me
Apreciando, do ocaso,
Apenas metade.
Chegando sem meta
A um fim_____
De nada.
LUGAR de SIM
Ou de Se
Ou de Si
Percurso de ritos
Atritos por locuções
Perdidas na mente
Do centrifugador .
Raiz cúbica ou de X do fugir
Na fome de bicicleta ou
De um verso que no reverso -é-
-e- não se acabou______
sexta-feira, 28 de abril de 2017
sábado, 22 de abril de 2017
"Esquecer do eixo. escoliose.
Veja a hora em que nascemos"
2.
Pálio desarranjado , formigas carregam unhas
Função de senos resplandecendo a zona de cristal por sua curva.
1.
Mais do que antes, zonas de contato entre símbolo do nano
Reconfigurando a estática sensação do abandono de nós
5. Hiper zonas de contato que se aniquilam sem procedimento claro
Erogenia da situação ao vento
Face em oculta admoestação
3. Louco$. O que mais fazer para não prendê-lo?
6. ___SU_____
4. Procurar a razão: dançar na chuva
sexta-feira, 14 de abril de 2017
então descobrir o Sertão pelas cavernas de sua passagem aí,
nesta sua idade
se puder beber água, por você, esqueci meu nome
vc era livre
(não que não pensasse, mas havia sentido no afunilamento)
-há céu batalha de nós, cordas gigantes espaços em que eu não sabia informar, hoje, paira a saliva na sensação do NAda
_vc era livre quando esqueci
_hoje o nada tem tudo quanto é coisa inacreditável
nesta sua idade
se puder beber água, por você, esqueci meu nome
vc era livre
(não que não pensasse, mas havia sentido no afunilamento)
-há céu batalha de nós, cordas gigantes espaços em que eu não sabia informar, hoje, paira a saliva na sensação do NAda
_vc era livre quando esqueci
_hoje o nada tem tudo quanto é coisa inacreditável
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Tenho a contração de lápides
Por não querer esperar esperando
Deve ter os meses desagendados em paassos largos
Eu que esqueci meu nome na pedra
Sem machados
Eu que esqueci meu nome na pedra
E o fóssil se perdeu
Na caverna do Dragão
Irrigando o assombro por hora pós-teoria
O gesto um senhor
Estranho
No entanto o contínuo presente
Que é concebido
Finge três cristais
Sem a cruz e espada
A história não tarda
Bolsa de erros
Espantalhos
No vento tingido de azul
Esperei a volta de meu nome
Talvez.
Pensei, fosse os restos da terra
Nas obras
Mas não fazia sentido
Eu quis olhar cega
Por que não ler?
O tempo, a cegueira branca
Nossa raiz , o raso das funções
Teimar entre
A luz
Depois veio a sombra
Perdido o guarda-chuva
Quem dera a mentira sugasse
Aspirando a máquina de raios
Sairia a perna como a vida
Dos sacis.
Presente em folha___
?
Na caverna do Dragão
Irrigando o assombro por hora pós-teoria
O gesto um senhor
Estranho
No entanto o contínuo presente
Que é concebido
Finge três cristais
Sem a cruz e espada
A história não tarda
Bolsa de erros
Espantalhos
No vento tingido de azul
Esperei a volta de meu nome
Talvez.
Pensei, fosse os restos da terra
Nas obras
Mas não fazia sentido
Eu quis olhar cega
Por que não ler?
O tempo, a cegueira branca
Nossa raiz , o raso das funções
Teimar entre
A luz
Depois veio a sombra
Perdido o guarda-chuva
Quem dera a mentira sugasse
Aspirando a máquina de raios
Sairia a perna como a vida
Dos sacis.
Presente em folha___
?
quarta-feira, 22 de março de 2017
Nome, leitor, sentir?
Na minha rua, às quase quatro da manhã, voam vagalumes , pois, para eles, os relógios quebraram e há silêncio. Como os próprios pios do Cronos afirmam, nossos lumes vagueiam entre um abrir e fechar de olhos. Geo-graficamente, em garranchos indecisos. Certo que a lentidão da existência poderia ser repensada a partir do momento em que as lesmas adquirissem asas. Pretendo, portanto, com este proto-significante adentrar o símbolo condensado em meus cinco dedos. Perceber que em cada espaço entre carne, dedo,cor, parede, pedra resistem as brechas inomináveis, talvez variáveis patafísicas. Algumas tensões retiradas antes do flash, por causa do lance sinestésico, me levam a crer que as palavras mais densas , carre-guardadas, podem , sim, se repartir até virarem pó.
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