sexta-feira, 28 de abril de 2017

? There's a silver song of lonely treasure riding on a bicycle with a pair of wings
There's a coloured soft swimming table shouting large stories to those cherubins

sábado, 22 de abril de 2017



"Esquecer do eixo. escoliose.
Veja a hora em que nascemos"

2.
Pálio desarranjado , formigas carregam unhas
Função de senos resplandecendo a zona de cristal por sua curva.


1.
Mais do que antes, zonas de contato entre símbolo do nano
Reconfigurando a estática sensação do abandono de nós

5. Hiper zonas de contato que se aniquilam sem procedimento claro
Erogenia da situação ao vento
Face em oculta admoestação

3. Louco$. O que mais fazer para não prendê-lo?

6. ___SU_____

4. Procurar a razão: dançar na chuva

sexta-feira, 14 de abril de 2017

então descobrir o Sertão pelas cavernas de sua passagem aí,
nesta sua idade
se puder beber água, por você, esqueci meu nome
vc era livre
(não que não pensasse, mas havia sentido no afunilamento)
-há céu batalha de nós, cordas gigantes espaços em que eu não sabia informar, hoje, paira a saliva na sensação do NAda
_vc era livre quando esqueci
_hoje o nada tem tudo quanto é coisa inacreditável

quarta-feira, 12 de abril de 2017



Tenho a contração de lápides

Por não querer esperar esperando

Deve ter os meses desagendados em paassos largos
Sem machados

Eu que esqueci meu nome na pedra
E o fóssil se perdeu
Na caverna do Dragão
Irrigando o assombro por hora pós-teoria
O gesto um senhor
Estranho
No entanto o contínuo presente
Que é concebido
Finge três cristais
Sem a cruz e espada
A história não tarda
Bolsa de erros
Espantalhos
No vento tingido de azul
Esperei a volta de meu nome
Talvez.
Pensei, fosse os restos da terra
Nas obras
Mas não fazia sentido
Eu quis olhar cega
Por que não ler?
O tempo, a cegueira branca
Nossa raiz , o raso das funções
Teimar entre
A luz
Depois veio a sombra
Perdido o guarda-chuva
Quem dera a mentira sugasse
Aspirando a máquina de raios
Sairia a perna como a vida
Dos sacis.
Presente em folha___
?

quarta-feira, 22 de março de 2017



Nome, leitor, sentir?


Na minha rua, às quase quatro da manhã, voam vagalumes , pois, para eles, os relógios quebraram e há silêncio. Como os próprios pios do Cronos afirmam, nossos lumes vagueiam entre um abrir e fechar de olhos. Geo-graficamente, em garranchos indecisos. Certo que a lentidão da existência poderia ser repensada a partir do momento em que as lesmas adquirissem asas. Pretendo, portanto, com este proto-significante adentrar o símbolo condensado em meus cinco dedos. Perceber que em cada espaço entre carne, dedo,cor, parede, pedra resistem as brechas inomináveis, talvez variáveis patafísicas. Algumas tensões retiradas antes do flash, por causa do lance sinestésico, me levam a crer que as palavras mais densas , carre-guardadas, podem , sim, se repartir até virarem pó.



domingo, 12 de março de 2017

Depelpe

Servir séries de serpentes
Em olhos de coruja
Perder a voz
Desde que
A neblina
Lhe embalou
Os Pés, (x 2)
A toca reabrigou o sono
Vivíamos num jardim
Onde o corpo e mente serviam (de)
Sementes
( + silêncio - urubus no seu quintal)
Para conseguir retornar o aroma de café ao de camomila
Assim , a sinfonia transitada pelo Sim____♥

sábado, 11 de março de 2017



Algo marítimo
Do azul com Ismaelrelo

A Adiron Marcos


O que posso fazer é
Água em mim
Coisas distintas estão passando
Passam sem cessar pelo túnel
Do espanto.
Coisas sem cessar cantam
Com eros
A fábrica que origina até as repetições.
O impelido e o reprimido.
Sei que a fuga
Deu luz à água
Quando sua garganta precisava
Da dança
A de outra vida
Que começa com todos os pés
Tortos_____