sábado, 4 de setembro de 2021
quarta-feira, 25 de agosto de 2021
Hoje
Fibras oculares do tempo, poente em pomo
umas maçãs que caem de árvores remotas
somos nosso tempo partido
alguns são seres afirmando
que são massoterapeutas
<querendo sabe lá o que de fato fazer
com os outros>
nós que recebemos o mundo entre paredes
recortamos o tema
silencioso em cada fresta
e nas células do corpo
reunindo o espaço da memória, vida anímica:
cabezzzzas
que se afirmam como tais
identidades várias, vitrines
enquanto alguns passam por situações
deploráveis, outros precisam de resultados
a saúde é muito importante
e o organismo das pessoas__
Como não sentir um pouco do que estão
passando..tudo tão cheio de nomes,
passamos
umas maçãs caem de árvores remotas
quem sabe o que terei de fruto aqui?
o fruto é nossa orquestração primeira
nossa intenção inteira
passos no mapa particular
Viva
com dor e alegria
quarta-feira, 21 de julho de 2021
sexta-feira, 9 de julho de 2021
neste céu aberto da varanda
2.
ontem ainda era segunda
toda a vista limpa, sem óculos
tocando aquele céu aberto, soletrando-o
à víbora do quebra-cabeça
lecionando à pedra sobre estar no ar
mãos-pele-sopro-visão
3.
4.
: com o tom drummondiAno e
um desentranhado tema da nossa espécie :
gravado no corpo com olhares
Fractais
5.
as faces : uma paisagem híbrida, risos e choros
tão batida e tocada,
mas tão perplexa,
tão retrasada.
6.
fazer?
terça-feira, 15 de junho de 2021
terça-feira, 8 de junho de 2021
hoje inventaria outro espelho se já não houvesse
tocado aquele: origem e fim
vazio desta nossa liberdade
inteira claridade atrativa
uma aVe: escrit-asa do céu
simples passagem
lembrança não melódica
do outrora ouvido:
o canto do passado como Um sopro de vida
quer paisagem e forma
cresço, heroica, qual
sumo de fruta que escorrre
e com o corpo recomposto de
ontem, descubro agora:
vibra (no) alto o mundo
vi-vi
bem vi(m) ver
o corte da realidade
o descortinado dia
em si, um lume imperecível
sereno e inefável
deixo-te ser o alvo grito de
Rá ná
pi





